Daniel on agosto 7th, 2009

Extraído do texto do Prof. Dr. Odair Alfredo Gomes

A pedido de um amigo GG pesquisas no tempo do nosso saudoso e querido Corsini, do qual fui amigo, nos anos 70, e discípulo no começo dos anos 80 em Imunologia e Genética, na Unicamp, vou repassar a todos a maneira mais correta e saudável de enfrentar essa Influenza A , qual é erroneamente chamada de gripe suína.
O melhor que você pode fazer é reforçar o seu sistema imunológico através de uma alimentação correta e saudável, no sentido de manipular sua imunidade, preparando suas células brancas do sangue (neutrófilos) e os linfócitos (células T) as células B e células matadoras naturais.

Essas células B produzem anticorpos importantes que correm para destruir os invasores estranhos, como vírus, bactérias e células de tumores. As células T controlam inúmeras atividades imunológicas e produzem duas substâncias químicas chamadas Interferon e Interleucina, essenciais ao combate de infecções e de tumores.
Ou seja preparar seu sistema imunológico, reforçando seu sistema de defesa, de modo que seu próprio corpo elimine o virús.
Bem vamos ao que interessa, ou seja quais alimentos são importantes (estimulam a ação do sistema imunológico e potencializam seu funcionamento).

  • Água

Antes de mais nada, tome pelo menos um litro e meio de água por dia, pois os vírus vivem melhor em ambientes secos e manter suas vias aéreas úmidas desestimulam os vírus. Não a tome gelada, sempre preferindo água natural e de preferência água mineral de boa qualidade.

  • Não tome leite, principalmente se estiver resfriado ou com sinusite, pois produz muito muco e dificulta a cura.
  • Use e abuse do Iogurte natural, um excelente alimento do sistema imunológico.
  • Coloque bastante cebola na sua alimentação. A cebola é um ótimo antiinflamatório.
  • Use e abuse do alho que é excelente para o seu sistema imunológico.
  • Coloque na sua alimentação alimentos ricos em caroteno (vitamina A) (cenoura, damasco seco, beterraba, batata doce cozida, espinafre cru, couve) e alimentos ricos em zinco (semente de abóbora).
  • Faça uma dieta vegetariana, ao menos rica em vegetais, frutas e verdura.
  • Ômega 3 Procure alimentos ricos em ômega , você pode incluir uma colherzinha de café rala por dia de farinha de linhaça.
  • O cogumelo Shiitake também é um excelente anti-viral, assim como o chá de gengibre que destrói o vírus da gripe.
  • Evite ao máximo alimentos ricos em gordura ( pois deprimem o sistema imunológico), tais como carnes vermelhas e derivados.
  • Evite óleo de milho, de girassol ou de soja que são óleos vegetais oli-insaturados. Você pode optar por óleos “prensados a frio” como o azeite de azeitonas, óleo de gergelim (não torrado).
  • Importante: mantenha suas mãos sempre bem limpas e use fio dental para limpar os dentes, antes da escovação.

Com esses cuidados acima e essa alimentação… os vírus nem chegarão perto de você.

6 de Maio de 2009

Uma pequena contribuição para você enfrentar essa e qualquer gripe que porventura apareça no seu caminho.

Se achar útil por favor repasse aos seus amigos.

Prof. Dr. Odair Alfredo Gomes
Laboratório Morfofuncional
Faculdade de Medicina – Unaerp

Editado por: daniel @ useplanta.com.br

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Daniel on julho 27th, 2009

“Em oposição á grande quantidade de publicações sobre pesticida e à diversidade de opiniões externadas, encontra-se apenas um reduzido números de documentos que permitem ao homem uma decodicação sobre os resíduos toxicológicos.”
Essa afirmação é de Founier, no encontro científico da Sociedade Alemã de Pesquisa e Qualidade, em Abril de 1970, mas até hoje não perdeu sua atualidade. Em estudos apresentados por Wellenstein, em 1977, impressionantemente pode constatar efeitos tóxicos graves sobre a potência dos animais e o estado de saúde de sua descendência mesmo que em quantidades minímas, sem que possa ser constatada analiticamente.
Relacionarmos essa questão com o Nosso Meio Ambiente e com o equilíbrio ecológico. Demonstramos claramente, com base num herbicida, que o perigo não reside na eliminação direta de organismos, mas na destruição de um equilíbrio ecológico. Este herbicida por exemplo, na água, de certa forma através de uma informação bioquímico, de modo que as pulgas d’água não mais se reproduzem. Como agora falta descendentes, essa espécie desaparece da água, assim como mais tarde desaparecem outras espécies que dependem da mesma cadeia alimentar. Por fim há uma quebra de todo esse ecossistema áquatico, apesar de não ser constatado nenhum perigo aos animais na água.

Fonte: Agricultura Ecológica, Teoria e Prática; H. Vogtman, R. Wagner, Editora Mercado Aberto.

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Daniel on março 16th, 2009

Regador na mão e chapéu de palha na cabeça, Luiza Pereira vai logo avisando: “O que eu mais gosto é de regar as plantas”. Detalhe: a jardineira só tem seis anos. Cuidar da horta do Colégio Jardim São Paulo, no Barro Branco, zona norte, é responsabilidade de 280 crianças com idades entre dois e sete anos.

São os alunos que fazem o plantio sobre telhas e cultivam salsinha, beterraba, três tipos de alface, manjericão e hortelã. A colheita é programada para antes das férias. Ninguém quer perder o “dia da salada”, quando rapidinho se devora tudo o que foi plantado.

“Se deixar, elas ficam regando o dia inteiro”, conta o técnico agrícola Marcos Victorino, 45, especialista em agricultura urbana.

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É ele quem coordena a iniciativa, parte do projeto Plantando na Cidade, cujo objetivo é criar novas tecnologias para fazer hortas nos centros urbanos. Os resultados se notam na dieta e no comportamento. “Eles chegam aqui como um furacão e voltam para a aula concentrados”, afirma Marcos.

Além do cultivo coletivo, os alunos produzem mini-hortas dentro de um lavador de arroz. Quando os pés de alface estão prontos para serem consumidos, seus donos o levam para a refeição em família. “Os pais já perceberam mudanças nos hábitos alimentares das crianças”, diz o técnico agrícola.

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Fonte: Revista Folha

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Daniel on março 10th, 2009

Alimentos orgânicos são especiais tanto pelo ciclo de cultivo quanto pela ausência de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Isso sem falar da harmonização e respeito aos demais elementos da natureza. Graças a um sistema de produção que busca o equilíbrio entre o solo e outros recursos naturais, como água e luz, há diferenciais importantes e benéficos para o consumo.

Usualmente são cultivados sem aditivos e conservantes sintéticos, livres de adoçantes, corantes, flavorizantes – que conferem o sabor ao produto. Tem uma durabilidade maior em relação aos convencionais, uma vez que o menor teor de água em sua composição reduz a proliferação de bactérias.

Um alimento orgânico fresco, aliás, possui 20% menos de água em sua composição, tornando os nutrientes mais concentrados; além de trazer quantidade maior de açúcar. Com níveis superiores de vitamina C, o tomate orgânico, por exemplo, apresenta 23% mais vitamina A do que os convencionais.

“Estudos recentes atestam que a diferença é acentuada em minerais. Têm teores maiores de vários deles: 63% a mais de cálcio, 73% a mais de ferro, 118% de magnésio, 178% de molibdênio, 91% de fósforo, 125% de potássio e 60% de zinco. Por outro lado, possuem 29% a menos de mercúrio, o que é excelente”, explica Patrícia Realino Guaitoli, nutricionista parceira do Ganep Nutrição Humana para o desenvolvimento de projetos especiais.

Em todo o país, são cerca de 15 mil produtores de alimentos orgânicos. De acordo com o Ministério da Agricultura, houve um crescimento de 114% no número de agricultores – 7 mil em 2000 para 15 mil em 2008 – além de um aumento de 196% na área de plantio – de 270 mil hectares para 800 mil, neste mesmo período.

Orgânicos são apenas 1% de todo o alimento que é vendido no Brasil. Apesar do aumento da cadeia produtiva, a dificuldade com transporte e pontos-de-venda, além das condições de produção, fazem com que a queda no preço seja lenta e difícil. Em média, o custo é de 10% a 30% superior ao dos convencionais, variação que depende do tipo de produto e da época. Em hortaliças e frutas, a diferença tem caído. Quanto aos laticínios, o preço pode ser mais do que o dobro.

Nos últimos anos, o mercado de produtos orgânicos se ampliou e ganhou novos itens, além dos in natura. Entre eles, sucos, laticínios, óleos, doces, palmito, pães, biscoitos, molhos, cerveja, vinho, cachaça, mel, pratos prontos congelados, frutas desidratadas, açúcar branco e mascavo, café, guaraná em pó, barra de cereais, hortaliças processadas, camarão, frango e carnes.

Os produtores de alimentos orgânicos precisam seguir um critério rigoroso para garantir o selo de certificação. A regulamentação, em vigor desde o fim de 2007, indica os procedimentos básicos de cultivo, colheita e armazenamento. Estabelece ainda um prazo de dois anos para os produtores que vendem em feiras se organizarem em associações, com direito a registro no ministério e um documento (espécie de alvará).

Ao vender direto para o consumidor, deve-se exibir esse registro para provar que está de acordo com as normas. Já os produtores maiores, que atuam direto com redes de distribuição, levaram o selo único das certificadoras. No Brasil, são mais de 20 empresas de certificação, credenciadas na International Federation of Organic Agriculture Movements (IFOAM), federação internacional que congrega os diversos movimentos relacionados com a agricultura orgânica.

Estes critérios para regulamentar os orgânicos protegem a população dos riscos que os alimentos comuns conferem à sua saúde. O relatório do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgado em 2008 mostra que, de cada dez pés de alface à venda em feiras e supermercados, quatro estão contaminados por resíduos de agrotóxicos. Cerca de 40% do tomate e do morango consumidos pelos brasileiros contêm vestígios de uso pouco criterioso de agrotóxicos.

Outros seis alimentos que fazem parte do cardápio regular do brasileiro também foram analisados em 2007 e registraram resíduos irregulares de defensivos agrícolas: banana (4,3%), batata (1,36%), cenoura (9,9%), laranja (6%), maça (2,9%) e mamão (17,2%). As amostras analisadas são de 16 estados de todas as regiões do país, além dos municípios de Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo. Nos orgânicos, desde que sejam de procedência, não existe esse tipo de contaminação.

Patrícia Realino alerta que o ideal é adquirir o alimento orgânico certificado, o que é uma garantia sobre os adequados processos de produção, desde a desintoxicação do solo até o envolvimento com projetos sociais e de preservação do meio ambiente.

Dicas de compras e armazenamento

- Nos pontos de venda, verifique se os orgânicos estão separados dos convencionais, o que evita a contaminação por produtos químicos ou resíduos de agrotóxicos;

- Em algumas cidades, existem feiras exclusivas administradas e fiscalizadas por associações de agricultura orgânica, onde os produtos são mais baratos, já que o produtor vende diretamente ao consumidor;

- Sempre verifique o selo da certificadora na embalagem. Para resguardar o consumidor, as grandes redes de supermercados e os importadores não adquirem produtos sem esta procedência;

- Ao escolher apenas alguns alimentos para levar, prefira tomate, morango, batata e alface, os mais contaminados por agrotóxicos no cultivo de maneira convencional;

- Ao armazenar na geladeira, guarde os alimentos em saquinhos, para não ressecar. Faça furos pequenos no plástico, para que a fruta, o legume ou a verdura possam respirar e não estraguem mais rapidamente.

Fonte: Farol Comunitário

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Daniel on fevereiro 13th, 2009

A utilização da Fitoterapia proporciona novas opções de tratamento para problemas como envelhecimento o precoce.

Um chazinho verde aqui, um dente de alho ali. Um pouco de linhaça, outro tanto de ginseng. Plantas medicinais baratas e fáceis de encontrar podem evitar doenças e o envelhecimento, além de terem várias outras propriedades terapêuticas. A nutricionista, farmacêutica e bioquímica Lucyanna Kalluf falou sobre a Fitoterapia Funcional no dia 13 de setembro, durante o 4º Congresso Internacional de Nutrição Clínica Funcional, na Fecomércio, em São Paulo.

- O dano oxidativo às células humanas se acumula com a idade, contribuindo ara doenças degenerativas associadas ao envelhecimento, como câncer, Mal de Alzheimer, doenças cardiovasculares e deficiências orgânicas do sistema nervoso que comprometem a memória, cognição e estado psicológico. O melhor modo para neutralizar o dano oxidativo é a ingestão de uma dieta rica em fitoquímicos com propriedades antioxidantes. Eles são amplamente achados na natureza, especialmente nos produtos vegetais (fitoterápicos) – observa Lucyanna.

Segundo a especialista, a Fitoterapia Funcional estuda o mecanismo de ação dos fitoterápicos e a aplicação das plantas medicinais em suas diferentes formas de apresentação na prática clinica: “É uma nova linha da Fitoterapia, que enfoca as plantas em sinergismo com os alimentos, otimizando essa associação na modulação na modulação bioquímica do organismo”.

A Fitoterapia Funcional oferece caminhos alternativos às terapias tradicionais, enfocando a natureza como objeto de escolha para o tratamento. “Ela respeita a individualidade bioquímica, sinais e sintomas, e o horizonte clínico de casa paciente. E modula os hormônios que, quando estão em desequilíbrio, trazem o envelhecimento precoce”, conta a nutricionista.

Além de retardarem o envelhecimento, os fitoterápicos podem ter uma função importante numa hora difícil para a mulher: a chegada da menopausa. “Existem fitoterápicos com ações específicas conhecidos como fitohormônios (seguem exemplos abaixo). Alguns são registrados como medicamentos, e outros como suplementos fitoterápicos”, comenta Lucyanna.

PARA EVITAR O ENVELHECIMENTO PRECOCE

Alho – Previne o em envelhecimento cerebral e a demência por conta dos fitoquímicos co propriedades antioxidantes, que desempenham o papel de paralisar as reações de radiais livres em cadeia, Isso pode ajudar a reduzir ou prevenir a incidência ou ou progressão de demências e da doença cerebrovascular. O envelhecimento também altera as células endoteliais e a regulação do tônus vascular, sendo um fato e de risco para o desequilíbrio vascular e na alteração dos lipídeos (gorduras) no sangue. Problemas cardiovasculares são significativa e eficazmente diminuídos pelo alho.

Ginseng – As ações do panax ginseng incluem manutenção da energia natura, melhora das habilidades mentais e físicas, e uma sensação geral de bem-estar. Uma pesquisa sobre o Ginseng mostra que 54% dos usuários utilizam o produto para promover saúde geral e bem-estar, 43% para aumentar a força e o desempenho, e 18% para melhorar o humor. O ginseng é considerado o fitoterápico anti-estresse e melhora muito a fadiga crônica, além de estimular um melhor equilíbrio entre a produção da insulina e captação da glicose sanguínea, diminuindo os valores de açúcar no sangue.

Ginkgo Biloba – Melhora a vascularização cerebral. Muitos estudos mostraram que a ginkgo biloba possui propriedades antioxidantes/varredores de radicais livres e neuroprotetoras e utilidade na insuficiência cerebrovascular e no desempenho cerebral prejudicado. Um cérebro prejudicado traz como conseqüências doenças degenerativas, como Mal de Alzheimer.

Chá Verde – Estudos sugerem que o chá verde possui potenciais antiinflamatório e anticarcinogênico que podem ser usados contra várias desordens da pele. O componente responsável pela maioria dos efeitos preventivos do chá verde é a chamado EGCG. Tratamento com EGCG em dermatologia resulta em prevenção da imunossupressão induzida por UVB (raios ultra-violetas) e efeito antioxidante. O efeito do tratamento com chá verde é observado nas respostas antiinflamatórias e preventivas do envelhecimento precoce como também do câncer de pele.

Cúrcuma Longa – Compostos polifenólicos que surgem naturalmente na planta-tempero cúrcuma longa se salientaram por causa da atividade anti-inflamatória e antioxidante, eles atuam contra radicais livres indutores de auto-oxidação de ácidos graxos e envelhecimento precoce dos vasos sanguíneos que antecedem as doenças cardiovasculares.

FITOHORMÔNIOS CONTRA OS EFEITOS DA MENOPAUSA

Cemicifuga Racemosa – Promove diminuição intensa dos fogachos, da ansiedade, da depressão, da cefaléia, de vertigens e de distúrbios do sono.

Angélica Sinensis – Atividade predominantemente prostagênica. Também diminui consideravelmente os fogachos.

Yam Mexicano
– Estimula os receptores hormonais, mimetiza os efeitos decorrentes da queda do hormônio estrogênio.

Linhaça – Alto teor de lignanas, tem ação direta sobre o equilíbrio dos receptores hormonais; diminui a agregação plaquetária, que é mais comum após a menopausa, pelo desequilíbrio do colesterol (aumentado) frente aos hormônios sexuais femininos; diminui a probabilidade de desenvolver tumores na mama.

Red Clover – Diminui o risco de desenvolver câncer de mama, e estimula melhor equilíbrio hormonal.

Fonte: Jornal Congonhas Hoje Sala Vip

Agradecimentos a Taís, a Garota Energia

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Administrador on novembro 25th, 2008

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Daniel on novembro 21st, 2008

Concluimos um artigo sobre ácido úrico, o ácido úrico é um disturbuio que ocorre devido a uma alimentação inapropriada, que pode vir a causar mais problemas como reumatismo e gota. Fique atento, veja mais no artigo completo http://www.useplanta.com.br/2008/11/acido-urico-tratamento/

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